Inglês

accept Marcuse’s reading of lhm and Xzboo.’ Marcuse failed to see that, in his “leap fiom psychological images to historical reality”, Freud forgot “that all reality undergoes modification upon entering the unconscious”. He ended up turning purely psychological events into factual or objective ones? Still, although Adorno rejected the claim that the murder of the primal father was a factual, extra-psychic event, he did discover extra-psychic bases for the repression of instincts. In late capitalist societies, it is the economic impotence of the father and reification which explain the current character assumed by object cathexes and repressive mechanisms. Critical theorists discussed the first of these economic roots of individual psychology in their well-known thesis of the fatherless society. In the heyday of bourgeois liberalism, socio-economic domination was mediated through the father whose values and norms, reflecting his individual economic interests, were introjected or internalised by his children. The father could play the role of a purveyor of norms because he had a certain degree of autonomy with respect to the capitalist system. However with changes in the market economy-its increasing centralisation in monopolies and its organisation by the state-the place of the bourgeois entrepreneur within the system was undermined. Russell Jacoby explains that “the individual of ‘classic’ psychoanalysis managed to eke an existence out of the relatively undeveloped market. (. . .) With the centralization and synchronization of the market, the individual lost its relatively independent and private sources of ~ustenance.”~ Once this had happened, domination was exercised through different conduits. Before proceeding to examine more closely Adorno’s description of the economic changes which contributed to the erosion of the family in late capitalism, I should parenthetically address an objection which is sometimes levelled against his views: his alleged “nostalgia for the family”. On this critical view, Adorno turned the bourgeois, patriarchal family into an ideal or norm. However, the problem with such criticism is that it mistakenly characterises Adorno’s ideas about the patriarchal family as pnscriptive. In fact, Adorno was dcscribing a state of affain which he claimed had existed for roughly two and a half centuries. He was by no means advocating a return to this state of affiirs- an impossibility in any cas-but he wanted it to be seen in both its positive and negative features. Positively viewed, Adorno contended that the bourgeois patriarchal family fostered a certain degree of independent decision-making and rational self-control. Adorno valued this ego-autonomy because it offered the potential for resistance. Such autonomy can now be realised, not by reverting or regressing to a former state, but by progressing to a new one. Adorno would claim that what has happened to the family today is the historical consequence of the existence of that same bourgeois patriarchal family which had allowed for a certain degree of autonomy in the first place.’O Socialisation agencies other than the family started to play an increasingly pivotal role in individual development at the end of the nineteenth and beginning

Português

aceite a leitura de March sobre lhm e Xzboo. Marcuse não viu que, em seu "salto das imagens psicológicas para a realidade histórica", Freud esqueceu "que toda a realidade sofre modificações ao entrar no inconsciente". Ele acabou transformando eventos puramente psicológicos em fatos ou objetivos? Mesmo assim, embora Adorno tenha rejeitado a alegação de que o assassinato do pai primitivo era um evento factual e extra-psíquico, ele descobriu bases extra-psíquicas para a repressão dos instintos. Nas sociedades capitalistas tardias, é a impotência econômica do pai e a reificação que explicam o caráter atual assumido pelas catexes de objetos e mecanismos repressivos. Teóricos críticos discutiram a primeira dessas raízes econômicas da psicologia individual em sua conhecida tese da sociedade sem pai. No auge do liberalismo burguês, a dominação socioeconômica era mediada pelo pai cujos valores e normas, refletindo seus interesses econômicos individuais, eram introjetados ou internalizados por seus filhos. O pai poderia desempenhar o papel de fornecedor de normas, porque possuía certo grau de autonomia em relação ao sistema capitalista. Contudo, com as mudanças na economia de mercado - sua crescente centralização nos monopólios e sua organização pelo Estado - o lugar do empresário burguês dentro do sistema foi prejudicado.Russell Jacoby explica que "o indivíduo da psicanálise" clássica "conseguiu ganhar uma existência fora do mercado relativamente pouco desenvolvido. (...) Com a centralização e sincronização do mercado, o indivíduo perdeu suas fontes de utilidade relativamente independentes e privadas. ”~ Uma vez que isso aconteceu, a dominação foi exercida através de diferentes condutos. Antes de começar a examinar mais de perto a descrição de Adorno sobre as mudanças econômicas que contribuíram para a erosão da família no capitalismo tardio, devo abordar entre parênteses uma objeção que às vezes é levantada contra seus pontos de vista: sua alegada "nostalgia pela família". Nessa visão crítica, Adorno transformou a família burguesa e patriarcal em ideal ou norma. No entanto, o problema dessa crítica é que ela equivocadamente caracteriza as idéias de Adorno sobre a família patriarcal como descritivas. De fato, Adorno estava descrevendo um estado de aflição que, segundo ele, existia há aproximadamente dois séculos e meio. Ele não estava de maneira alguma advogando um retorno a esse estado de assuntos - uma impossibilidade em qualquer caso -, mas ele queria que isso fosse visto tanto em suas características positivas quanto negativas. Visto positivamente, Adorno sustentou que a família patriarcal burguesa promoveu um certo grau de tomada de decisão independente e autocontrole racional. Adorno valorizava essa autonomia do ego porque oferecia o potencial de resistência.Agora, essa autonomia pode ser alcançada, não revertendo ou regressando a um estado anterior, mas progredindo para um novo. Adorno alegaria que o que aconteceu com a família hoje é a conseqüência histórica da existência dessa mesma família patriarcal burguesa que havia permitido um certo grau de autonomia em primeiro lugar. ”Outras agências de socialização que não a família começaram a desempenhar um papel. papel cada vez mais crucial no desenvolvimento individual no final do século XIX e início

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